Como parte do processo de transformações que vêm acontecendo no edifício Califórnia, no bairro de Boa Viagem, o café Borsoi e o escritório do arquiteto Diogo Viana fixam endereço no prédio histórico da orla da Zona Sul, dentro de um contexto de fomentação de um polo cultural na área. Com projeto de arquitetura assinado por Diogo, os ambientes dialogam entre si através do protagonismo às obras de arte.
- Escritório de Diogo Viana traz arte em todos os espaços (Foto: Lucas Oliveira)
- Espaço será sempre modificado para estimular o colecionismo jovem (Foto: Lucas Oliveira)
- Diogo aposta na nova proposta do edifício (Foto: Lucas Oliveira)
- Califórnia recebe novos ocupantes e novos projetos (Fotos: Lucas Oliveira)
- Escritório DV Arquitetos (Fotos: Lucas Oliveira)
- Em meio a cores neutras, o verde dá vida ao espaço (Fotos: Lucas Oliveira)
- Borsoi Café Clube (Foto: Paloma Amorim)
- Mobiliário de madeira em combinação com tons preto e branco (Foto: Paloma Amorim)
- Maquinários no balcão aproximam clientes (Foto: Paloma Amorim)
- Projeto traz novo conceito de café (Foto: Paloma Amorim)
Ao abrir a porta do novo ambiente do escritório do arquiteto, o visitante já se depara com uma gallery wall ou parede de arte estruturada com obras do artista Xadai Rudá, em uma parceria com o site Spot Art. O espaço, de acordo com Diogo, será frequentemente modificado no intuito de valorizar e estimular o colecionismo jovem entre seus clientes. “Seguindo essa mesma ideia, trouxe parte da minha coleção de arte para a sala de estar. Aqui, tenho peças de Kilian Glasner, Roberto Lúcio, João Câmara, por exemplo”, pontua.
Dois outros destaques do lugar são o container em cobre, usado como solução para separar a copa da área de produção da equipe e oferecendo privacidade ao setor administrativo, e a parede verde assinada pela paisagista Ana Gonçalves na sala do arquiteto. “Em meio a cores neutras, o verde das plantas quebra as variações de branco e dá vida ao espaço”, frisa Diogo.
Já no café Borsoi, o arquiteto apostou nos mobiliários de madeira em combinação aos tons de preto e branco. Uma das paredes do ambiente foi usada para abrigar uma mini loja de arte. Para causar interação entre os clientes e os baristas, os maquinários da cafeteria foram posicionados no balcão e na mesa próximas às áreas de consumo formando uma espécie de estação da bebida. “Estamos trazendo um novo conceito de café onde o consumidor vai absorver informação, vai conhecer como é feito. Estar no Califórnia, dentro de um movimento que busca incentivar a relação íntima entre o prédio e os moradores ajuda a fortalecer ainda mais a nossa ideia de resgate, de voltar às raízes”, explica a fotógrafa Paloma Amorim, que junto ao barista George Gepp encabeçam o negócio.
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